Ontem no fim da tarde, abri o site da Globo, para ver as notícias e fiquei muito feliz ao ler que a Ingrid Betancourt havia sido libertada.
Quando vi na TV o abraço que ela deu na mãe, ao desembarcar do avião, não consegui conter o choro. Tanta coisa passou pela minha cabeça, não consigo sequer imaginar o que essa mulher deve ter passado nesse cativeiro, a sensação de não poder fazer nada, de viver no meio daquela selva, junto com pessoas que a qualquer momento não exitariam em matá-la, longe dos filhos, da família. Mais de 6 anos nesse inferno em vida!
Não sou contra manifestações, não sou contra revolucionários, mas não entendo como pessoas podem tolher a liberdade de outras pessoas assim, a esmo, sem que sejam observados os mínimos princípios de humanidade.
Ao contrário do que muitos pregam por aí, eu não compartilho do bordão de que no amor e na guerra (guerrilha, revolução, o escambau) vale tudo. Cada um é livre para lutar pelas causas em que acredita, mas atos bárbaros como esse, são intoleráveis.


4 comentários:
Ela e uma guerreira!
Ela e uma guerreira!
Ela e uma guerreira!
A libertação sempre é válida, e não importa de que forma ocorreu, mas o teatro todo armado para tal, é que foi vergonhoso de se ver.
bjo
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